{"id":23,"date":"2025-01-30T09:05:46","date_gmt":"2025-01-30T12:05:46","guid":{"rendered":"https:\/\/arlsguardioesdaamizade.com.br\/?page_id=23"},"modified":"2025-01-30T09:05:46","modified_gmt":"2025-01-30T12:05:46","slug":"maconaria-no-mundo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/arlsguardioesdaamizade.com.br\/?page_id=23","title":{"rendered":"Ma\u00e7onaria no Mundo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Fundamentos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Ma\u00e7onaria \u00e9 Associa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, religiosa, esot\u00e9rica, filos\u00f3fica&#8230; ?<br>Embora exiba componentes variados que guardam, no \u00e2mbito da Ordem, nuan\u00e7as caracter\u00edsticas de todas essas vertentes, a ess\u00eancia da Ma\u00e7onaria n\u00e3o se identifica com nenhuma delas, em particular. O fim do s\u00e9culo XX, em plena Era da Informa\u00e7\u00e3o e do Conhecimento, viu crescer a pesquisa sobre a ma\u00e7onaria. Interesses comuns de institui\u00e7\u00f5es ma\u00e7\u00f4nicas e de pesquisadores acad\u00eamicos mesclaram-se.&nbsp;&nbsp; Essa forma de agremia\u00e7\u00e3o produz e \u00e9 produto, a um s\u00f3 tempo, de interesses e aspira\u00e7\u00f5es, de convergentes e divergentes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fato social (sociabilidade):<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No fundo, no fundo, a ma\u00e7onaria encarna um soberbo exemplo de dicotomia, ou melhor, da contradi\u00e7\u00e3o existente entre o fato social e sua pr\u00f3pria representa\u00e7\u00e3o;&nbsp; \u00e9 que:<br><strong>a)<\/strong>&nbsp;os textos e arquivos hist\u00f3ricos existentes falham ao explicar as origens desse grupo de<br>perten\u00e7a&nbsp;&nbsp; &#8211;&nbsp;&nbsp; em tr\u00eas n\u00edveis de perten\u00e7a \u201cjustapostos\u201d:&nbsp;&nbsp; o ma\u00e7om propriamente,&nbsp; a Loja e a Obedi\u00eancia&nbsp;&nbsp; -,&nbsp; no in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII, tanto na Inglaterra ou Esc\u00f3cia quanto, em seguida, na Fran\u00e7a;<br><strong>b)<\/strong>&nbsp;a plasticidade, em suas multivariadas formas e estilos, das Lojas torna temer\u00e1ria toda e<br>qualquer generaliza\u00e7\u00e3o, que vai abranger vasto dom\u00ednio entre a sociabilidade tradicional e a sociabilidade democr\u00e1tica; entre a reflex\u00e3o esot\u00e9rica e a milit\u00e2ncia pol\u00edtica (embora nunca partid\u00e1ria);<br><strong>c)<\/strong>&nbsp;a cultura que serve de base para o segredo ma\u00e7\u00f4nico, tanto da parte dos ma\u00e7ons quanto das<br>associa\u00e7\u00f5es ma\u00e7\u00f4nicas, ao mesmo tempo, demanda acusa\u00e7\u00f5es e defesas tudo em prol dos pr\u00f3prios interesses ma\u00e7\u00f4nicos;<br><strong>d)<\/strong>&nbsp;a influ\u00eancia da ma\u00e7onaria suposta e, \u00e0s vezes, celebrada por ma\u00e7ons \u00e9 raramente estudada<br>e trabalhada em larga escala, de modo sociol\u00f3gico ou social (como nesta breve abordagem);<br><strong>e)<\/strong>&nbsp;e, sobremaneira, a Inicia\u00e7\u00e3o e o(s) Rito(s) praticado, cerne da Ordem Ma\u00e7\u00f4nica, requerem cultura densa, insofism\u00e1vel e espec\u00edfica, plasmada dentro do vasto campo da cren\u00e7a, para o pleno entendimento dos significados e&nbsp; extens\u00e3o dos conceitos.<br>A contradi\u00e7\u00e3o, situada entre a realidade ma\u00e7\u00f4nica e sua imagem, resta desvantajosa, presentemente, diante da expressa vontade institucional de aumentar o recrutamento e, simultaneamente, erradicar as possibilidades de achaques e ataques gratuitos, aqui e ali, de que \u00e9 v\u00edtima a Ordem.<\/p>\n\n\n\n<p>O fato social ma\u00e7\u00f4nico&nbsp;&nbsp; &#8211;&nbsp;&nbsp; a despeito dos quase tr\u00eas s\u00e9culos de exist\u00eancia da chamada ma\u00e7onaria \u201cespeculativa\u201d ou \u201cmoderna\u201d&nbsp;&nbsp; &#8211;&nbsp;&nbsp; \u00e9 pobre e parcialmente descrito, ainda hoje, quer nas obras sagradas ou pol\u00eamicas, quer pelos ma\u00e7ons (individualmente) ou pela m\u00eddia ou, ainda, pelas institui\u00e7\u00f5es ma\u00e7\u00f4nicas ou por quem as hostilizam, enfim, pela expressiva maioria dos atores envolvidos nesse fato social.<\/p>\n\n\n\n<p>O espa\u00e7o social ma\u00e7\u00f4nico, nesta Era do Conhecimento em que se vive, caracteriza-se por obedi\u00eancias que tecem sociabilidade em bases e identidades espec\u00edficas.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diferentemente dos s\u00e9culos anteriores, a Ordem Ma\u00e7\u00f4nica tem administrado seu espa\u00e7o social, mediante o protagonismo de seus atores, suas regras \u201cinterna corporis\u201d, seus preceitos e seus conflitos dom\u00e9sticos, de forma bem aut\u00f4noma, a despeito dos embates do passado com a pol\u00edtica de governos desp\u00f3ticos e a religi\u00e3o \u201cdetentora do monop\u00f3lio\u201d do sagrado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Modernidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No mundo contempor\u00e2neo, e a Ordem Ma\u00e7\u00f4nica n\u00e3o \u00e9 refrat\u00e1ria a isso, as sociedades sofrem o fen\u00f4meno da desinstitucionaliza\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp; Este fato social atinge todas as institui\u00e7\u00f5es (religi\u00f5es inclusive) cuja raz\u00e3o de ser \u00e9 a de guardar e disseminar uma Tradi\u00e7\u00e3o.<br>A\u00ed, ent\u00e3o, o progresso atual conspira a favor da autonomia da pessoa e a consequente&nbsp; individualiza\u00e7\u00e3o do \u201ccredo ma\u00e7\u00f4nico\u201d,&nbsp; ou seja&nbsp; \u201c\u00e9 a cren\u00e7a sem perten\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Salvo listas e listeiros regidos por moderadores eficientes e dotados da necess\u00e1ria seriedade e fidedignidade aos preceitos, premissas, princ\u00edpios, procedimentos e proposi\u00e7\u00f5es da Ordem, uma das conseq\u00fc\u00eancias&nbsp; do fato social fenom\u00eanico (acima) \u00e9 o crescimento de Ordens esp\u00farias (n\u00e3o reconhecidas), sem qualquer tratado v\u00e1lido para \u201cinser\u00e7\u00e3o\u201d e amizade, bem como a infesta\u00e7\u00e3o de crises, revela\u00e7\u00f5es, conflitos, confrontos, pela Internet,&nbsp; quase nunca merecedores de f\u00e9&nbsp; e&nbsp; ou&nbsp; credibilidade em muitas listas e listeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ma\u00e7onaria,&nbsp; enquanto&nbsp;&nbsp; institui\u00e7\u00e3o&nbsp;&nbsp; inici\u00e1tica,&nbsp; repleta&nbsp; de&nbsp; ensinamentos&nbsp; m\u00edsticos&nbsp;&nbsp; e&nbsp; simb\u00f3licos,&nbsp; \u00e9&nbsp; um&nbsp; sistema&nbsp; de&nbsp; moral&nbsp; e&nbsp; \u00e9tica&nbsp;&nbsp; que&nbsp; n\u00e3o&nbsp;&nbsp; deriva&nbsp; da&nbsp;&nbsp; antropologia&nbsp;&nbsp; religiosa.<\/p>\n\n\n\n<p>Pensar em um Estado onde se possa estar organizado, vivendo livres, aprendendo e ensinando, sendo a express\u00e3o da Vontade manifestada \u00e0s claras e sem compromisso escuso, com certeza \u00e9, ainda, simples aspira\u00e7\u00e3o e utopia. Mas \u00e9 exatamente nas utopias e nos sonhos onde se encontram os respons\u00e1veis pelo movimento do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Utopia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp; utopia n\u00e3o \u00e9&nbsp; pura&nbsp; e&nbsp; simplesmente&nbsp; uma&nbsp; obra&nbsp; de fantasia;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o mundo&nbsp;&nbsp; ideal&nbsp;&nbsp; que&nbsp; revela,&nbsp;&nbsp; est\u00e1&nbsp; fortemente&nbsp; relacionado&nbsp;&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; hist\u00f3ria&nbsp;&nbsp; do homem&nbsp; em&nbsp;&nbsp; sociedade.&nbsp; A&nbsp;&nbsp; sociedade, sob os ausp\u00edcios e aug\u00farios das crises, em&nbsp;&nbsp; que&nbsp; o&nbsp; mal&nbsp; tende&nbsp; a&nbsp; prevalecer&nbsp; sobre&nbsp; o Bem,&nbsp; a&nbsp; injusti\u00e7a&nbsp;&nbsp; sobre&nbsp; a&nbsp; justi\u00e7a,&nbsp; o falso sobre&nbsp; o verdadeiro,&nbsp; o \u00f3dio&nbsp; sobre&nbsp; o amor, \u00e9 a tese.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A utopia&nbsp; \u00e9&nbsp; a perspectiva&nbsp; contr\u00e1ria, \u00e9 a ant\u00edtese imersa em um mundo dial\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Nunca,&nbsp; como agora,&nbsp; a&nbsp; Ma\u00e7onaria&nbsp; aproximou-se&nbsp; tanto&nbsp; da&nbsp; utopia&nbsp; restauradora&nbsp; como nesse&nbsp;&nbsp; 3\u00ba mil\u00eanio,&nbsp; dado que&nbsp; s\u00f3&nbsp; o pensamento&nbsp;&nbsp;&nbsp; m\u00edstico&nbsp; ser\u00e1 capaz de lidar,&nbsp; a&nbsp; um s\u00f3 tempo,&nbsp;&nbsp; com&nbsp; medo,&nbsp; viol\u00eancia,&nbsp; criminalidade,&nbsp;&nbsp; ricos&nbsp; e&nbsp; miser\u00e1veis,&nbsp; limpeza \u00e9tnica&nbsp; etc&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>A Ma\u00e7onaria e seus adeptos prova e comprova que \u00e9 poss\u00edvel viver ao lado do Ara \u2013 Altar dos Juramentos, balizados pela id\u00e9ia do sagrado e orientados pela lenda ou mitologia, agir de modo consent\u00e2neo com a realidade circunstante de cada na\u00e7\u00e3o em que est\u00e1 sediada (de modo extraterritorial),&nbsp; lograr ser vis\u00edvel, permanente e bem sucedida, sempre municiados por uma doce utopia.<\/p>\n\n\n\n<p>A utopia ou ilus\u00e3o da virtude, dos valores axiol\u00f3gicos, da Verdade, do espa\u00e7o social ma\u00e7\u00f4nico, se, de um lado, pode plasmar, no obreiro, uma \u201cmetamorfose ambulante\u201d, bem de acordo com a Era da Informa\u00e7\u00e3o e do Conhecimento, atual, por outro lado d\u00e1 o mote, o foco e a converg\u00eancia para as lides ma\u00e7\u00f4nicas, al\u00e9m de \u201cconstruir o homo ma\u00e7onicus\u201d, o ser do futuro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Espa\u00e7o social<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O vi\u00e9s do espa\u00e7o social ma\u00e7\u00f4nico, ainda polarizado pelas id\u00e9ias de forma (institucional) e conte\u00fado (parte substantiva)&nbsp; desdobram-se em complexidades que minimizam a contradi\u00e7\u00e3o derivada da atua\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp; Vigoram, como pano de fundo, quest\u00f5es abertas e indaga\u00e7\u00f5es primordiais derivadas do lado substantivo (ou substancialista) e derivadas&nbsp;&nbsp; do lado institucional.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Espa\u00e7o Social Ma\u00e7\u00f4nico substancialista:<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ma\u00e7onaria \u00e9 grupo de perten\u00e7a, com Forma e Conte\u00fado: a Forma \u00e9 mais ou menos institucionalizada, a despeito da pot\u00eancia em tela;o Conte\u00fado \u00e9 formado, principalmente, do Credo, do Rito e do Segredo. Forma e Conte\u00fado mudaram e ainda mudam, no tempo e no espa\u00e7o (h\u00e1 Rito Mexicano, Rito Brasileiro, Rito Sueco &#8230;, ao lado dos Ritos mais tradicionais). In\u00fameros textos (obras) publicados tendem a acentuar substantivamente o efeito da continuidade (da tradi\u00e7\u00e3o) e a minorar as diferen\u00e7as, as transforma\u00e7\u00f5es e as rupturas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Espa\u00e7o Social Ma\u00e7\u00f4nico institucional:<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria da ma\u00e7onaria \u00e9 centrada nas institui\u00e7\u00f5es e acaba por desprezar o investimento individual de cada obreiro;<br>-que raz\u00f5es atraem o profano para viver ao lado do Ara?<br>-por que ser ma\u00e7om?&nbsp;&nbsp; Por que ser ass\u00edduo nas reuni\u00f5es ma\u00e7\u00f4nicas?&nbsp;&nbsp; Por que afastar-se e ficar<br>irregular?,<br>-como o rito e sua cosmovis\u00e3o s\u00e3o ensinados?<br>-deve-se revelar ou n\u00e3o a inser\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o social ma\u00e7\u00f4nico?<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 a defasagem existente entre a sociedade ideal e a real, entre o diireito e o fato (com seus fados e fardos da vida), entre o ordenamento jur\u00eddico da democracia profana e as crises do mundo contempor\u00e2neo&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp; nos planos ecol\u00f3gico, moral, social, decad\u00eancia espiritual etc&#8230;&nbsp;&nbsp; &#8211; que motivam o ma\u00e7om e a ma\u00e7onaria a trabalhar, coletiva ou individualmente, em prol da melhoria da fam\u00edlia, da sociedade, da p\u00e1tria e da humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O discurso ma\u00e7\u00f4nico, ent\u00e3o, est\u00e1 sempre medindo, avaliando, a dist\u00e2ncia que separa a sociedade ideal&nbsp;&nbsp; &#8211;&nbsp;&nbsp; constru\u00edda&nbsp; \u201cinterna corporis\u201d nas lides&nbsp; ma\u00e7\u00f4nicas da Oficina&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211;&nbsp;&nbsp; do mundo real, \u201cexterna corporis\u201d, onde mora o obreiro e porfia sua pr\u00f3pria exist\u00eancia&nbsp;&nbsp; Engajamento, harmonia consigo mesmo, certas inquieta\u00e7\u00f5es e questionamentos metaf\u00edsicos, car\u00e1ter excepcional da sociabilidade ma\u00e7\u00f4nica, calor humano, fraternidade, entendimento, por exemplo, s\u00e3o coisas que s\u00f3 os ma\u00e7ons possuem!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;Pelo mundo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;Ma\u00e7onaria nas Am\u00e9ricas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>EUA<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>H\u00e1 duas possibilidades na ma\u00e7onaria americana, para al\u00e9m de ser o pa\u00eds com o maior n\u00famero de ma\u00e7ons, quais sejam:<br>&#8211; a exist\u00eancia paralela de dois sistemas independentes, um para negros e outro para brancos,baseados nos mesmos modelos;<br>&#8211; as Grandes Lojas desenvolvem seus trabalhos autonomamente, nos estados, sendo 50 (menos o Hawaii) de brancos,&nbsp; e 41 de negros (no c\u00edrculo dos quais \u00e9 bem maior a milit\u00e2ncia no espa\u00e7o p\u00fablico). O n\u00famero de ma\u00e7ons, neste pa\u00eds, \u00e9 estimado em algo pr\u00f3ximo de tr\u00eas milh\u00f5es de obreiros, com menos do que 15% de negros.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>CANAD\u00c1<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O Canad\u00e1, pa\u00eds pertencente ao Reino Unido, sofre influ\u00eancias das perten\u00e7as ma\u00e7\u00f4nicas de, pelo menos, tr\u00eas na\u00e7\u00f5es, a saber:<br>-EUA&nbsp; pela proximidade e quantidade de obreiros ativos neste;<br>-Gr\u00e3-Bretanha pela ascend\u00eancia cultural em rela\u00e7\u00e3o aos angl\u00f3fonos; e<br>-Fran\u00e7a idem quanto aos franc\u00f3fonos, que ocupam regi\u00f5es importantes do Canad\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>M\u00c9XICO (e Latinos)<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em que pese a influ\u00eancia e a proximidade americana, o M\u00e9xico est\u00e1 bem integrado na Confedera\u00e7\u00e3o Ma\u00e7\u00f4nica Interamericana, cuja pr\u00f3xima Grande Assembl\u00e9ia, em 2012, ser\u00e1 sediado no Brasil\/GOB.<\/p>\n\n\n\n<p>A Carta de Bogot\u00e1, resultante da XXI Grande Assembl\u00e9ia, em 1-5.ABR.2009, reiterou preceitos, premissas e princ\u00edpios milenares, passou em revista o cen\u00e1rio de desenvolvimento e progresso das na\u00e7\u00f5es, inspecionou o atual est\u00e1gio da ci\u00eancia e da tecnologia e reafirmou inten\u00e7\u00f5es de transformar em a\u00e7\u00f5es o pensamento ma\u00e7\u00f4nico. Os signat\u00e1rios, em n\u00famero das ma\u00e7onarias de dezoito pa\u00edses, contaram, tamb\u00e9m, com a&nbsp; chancela de tr\u00eas pa\u00edses europeus, como observadores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ma\u00e7onaria na \u00c1frica:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A influ\u00eancia da coloniza\u00e7\u00e3o fez com que a ma\u00e7onaria africana fosse de importa\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica ou francesa.&nbsp;&nbsp; A independ\u00eancia das na\u00e7\u00f5es africanas, aqui ou ali, fez com que as Lojas estrangeiras formassem obedi\u00eancias nacionais.<br>As rela\u00e7\u00f5es ma\u00e7\u00f4nicas nacionais e continentais tendem, presentemente,&nbsp; a copiar e aprofundar as fac\u00e7\u00f5es de liberais (n\u00e3o reconhecidas) e regulares, dos moldes europeus.&nbsp; J\u00e1 no s\u00e9culo XXI as perten\u00e7as ma\u00e7\u00f4nicas s\u00e3o, em maior n\u00famero, franc\u00f3fonas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ma\u00e7onaria na Europa Oriental:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Europa Ocidental&nbsp; (onde a ma\u00e7onaria, \u00fanica Ordem Inici\u00e1tica ocidental, nasceu) e EUA colaboraram e, ainda, colaboram, desde a queda do Muro de Berlim (1989), quanto \u00e0 retomada das atividades ma\u00e7\u00f4nicas nos antigos pa\u00edses comunistas, fornecendo ritos, materiais, recursos pecuni\u00e1rios e livros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"qua-blog-post-description\">Fundamentos: A Ma\u00e7onaria \u00e9 Associa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, religiosa, esot\u00e9rica, filos\u00f3fica&#8230; ?Embora exiba componentes variados que guardam, no \u00e2mbito da Ordem, nuan\u00e7as caracter\u00edsticas de todas essas vertentes, a ess\u00eancia da Ma\u00e7onaria n\u00e3o se identifica com nenhuma delas, em particular. 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